Galeria de fotos: Ato em solidariedade à Palestina pede rompimento de relações com Israel

Ato reuniu cerca de 100 pessoas em Campo Grande Norberto Liberator Ocorreu neste domingo (15) uma manifestação em solidariedade ao povo palestino e pelo rompimento das relações diplomáticas e econômicas do Brasil com Israel, na Praça Ary Coelho, em Campo Grande. O ato, organizado pelo Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino em Mato Grosso do Sul, se iniciou às 9h e seguiu até cerca de 11h. Aproximadamente 100 pessoas estiveram no local. Entre elas, representantes da comunidade palestina e árabe, partidos, coletivos, movimentos sociais, ONGs, mandatos e apoiadores independentes. Os vereadores Jean Ferreira e Luiza Ribeiro, além da deputada federal Camila Jara, todos do PT, estiveram entre os manifestantes presentes. Outros partidos representados foram o PCB, PSTU e UP. Jean Ferreira destacou a defesa de Lula ao povo palestino e suas denúncias ao genocídio praticado por Israel. O vereador também lembrou a comitiva de representantes do governo sul-mato-grossense que está em Tel Aviv. “Se não fosse o ataque ao Irã, nem saberíamos que essas pessoas estão lá, com dinheiro público, visitando um Estado genocida”, afirmou. Os apelos pelo fim das relações com Israel se intensificaram após a captura e detenção do ativista brasileiro Thiago Ávila, junto aos outros tripulantes da Flotilha da Liberdade, incluindo a sueca Greta Thunberg. Ávila já retornou ao Brasil e pediu, em entrevista coletiva, que o governo brasileiro realize o rompimento diplomático. Desde o início dos ataques contra a Faixa de Gaza em outubro de 2023, Israel matou ao menos 50 mil civis palestinos, em sua maioria crianças e mulheres. O relatório A/79/363, das Nações Unidas, classificou as ações do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em Gaza como genocidas. No cenário internacional, Israel recebeu algumas sanções econômicas do Reino Unido e Espanha, além de advertências por parte dos governos da França e Canadá. México, Chile, Colômbia e África do Sul apresentaram denúncias formais contra as políticas genocidas. O Brasil também tem condenado os ataques, mas os manifestantes exigem do presidente Lula ações mais concretas, como o fim de acordos econômicos e a retirada da embaixada e representações consulares. Veja galeria de fotos  Foto: Danilo Gonçalves Foto: Danilo Gonçalves Foto: Danilo Gonçalves Foto: Danilo Gonçalves Foto: Danilo Gonçalves Foto: Danilo Gonçalves Foto: Danilo Gonçalves Instagram Twitter Youtube Tiktok

Campo Grande tem ato em solidariedade ao povo palestino neste domingo

Manifestantes pedem fim das relações diplomáticas com Israel Da redação Ocorre neste domingo (15), na Praça Ary Coelho, um ato de solidariedade ao povo palestino e pelo rompimento das relações do Brasil com Israel. A manifestação, com concentração às 9h, é convocada pelo Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino em Mato Grosso do Sul. O dia 15 de junho foi a data escolhida para atos em todo o Brasil, para pressionar as autoridades nacionais a impor sanções e desfazer as relações diplomáticas com a administração israelense. O rompimento seria uma resposta aos ataques contra civis em Gaza, classificadas como genocídio por órgãos internacionais.  A reivindicação do corte diplomático se intensificou após o sequestro da Flotilha da Liberdade, embarcação que levava ajuda humanitária à Faixa de Gaza. Entre os reféns, está um cidadão brasileiro, o ativista Thiago Ávila. De acordo com o Itamaraty, Ávila foi levado ao aeroporto de Tel Aviv na segunda-feira (9) e deve retornar ao Brasil. No entanto, o brasileiro segue incomunicável. Além dele, a Flotilha levava mais 11 pessoas, incluindo a ativista sueca Greta Thunberg. Desde o início dos ataques contra a Faixa de Gaza em outubro de 2023, Israel matou ao menos 50 mil civis palestinos, em sua maioria crianças e mulheres. O relatório A/79/363, das Nações Unidas, classificou as ações do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em Gaza como genocidas. No cenário internacional, Israel recebeu algumas sanções econômicas do Reino Unido e Espanha, além de advertências por parte dos governos da França e Canadá. México, Chile, Colômbia e África do Sul apresentaram denúncias formais contra as políticas genocidas. O Brasil também tem condenado os ataques, mas os manifestantes exigem do presidente Lula ações mais concretas, como o fim de acordos econômicos e a retirada da embaixada e representações consulares. Instagram Twitter Youtube Tiktok