Em Porto Murtinho, Profª Gleice Jane fiscaliza impactos ambientais no Rio Paraguai

Deputada inicia agenda de 2026 nesta segunda-feira (5) com vistoria técnica e reunião para debater compromissos para 2026 Da redação Foto: Reprodução/Assessoria Gleice Jane A deputada estadual Prof.ª Gleice Jane (PT) cumpre sua primeira agenda oficial em 2026 em Porto Murtinho. A visita será nesta segunda-feira (5) e tem como objetivo debater questões ambientais. À convite da Comissão de Portos, Ribeirinhos, Isqueiros, Passeiros, Pescador Profissional e Autônomo, Moradores de Porto Murtinho (CPRIPPM), a deputada realizará um percurso técnico pelo Rio Paraguai para observar os impactos gerados pelo desmatamento, poluição, assoreamento, agrotóxicos e outros agentes degradantes. “Nosso mandato prioriza a preservação dos nossos recursos naturais e o sustento das comunidades que dependem do rio. Ver de perto a situação do Rio Paraguai é fundamental para discutirmos soluções na Assembleia”, afirma a deputada. A agenda em Porto Murtinho é o primeiro compromisso oficial da deputada Prof.ª Gleice Jane em 2026, que já trabalha na articulação de uma emenda parlamentar de R$ 50 mil para a cidade, em resposta à solicitação do vereador Prof. Alessandro (PSDB). O valor deve ser destinado à compra de material permanente para unidades de atenção primária à saúde. A Prof.ª Gleice Jane encerra sua visita em reunião aberta, com a participação de pescadores, passeiros, isqueiros, indígenas, ribeirinhas e autoridades, na sede do CPRIPPM. A conversa está programada para às 16h, e deve debater questões políticas da cidade e as análises realizadas durante a vistoria do Rio Paraguai. Serviço Reunião: Escuta da realidade, compromissos para 2026 Local: Sede da CPRIPPM, às 16h Endereço: Rua Pedro Celestino, nº 1053 – Porto Murtinho (MS) Instagram Twitter Youtube Tiktok
É polca, é rock, é Roca

Músico e compositor Geraldo Roca, falecido em 2015, deixou legado inventivo para a música brasileira Roteiro: Norberto Liberator Narração e edição: Filipe Gonçalves View this post on Instagram Instagram Twitter Youtube Tiktok
SPU de MS é a que mais entregou imóveis da União em 2025

Superintendência sul-mato-grossense lidera ranking nacional Da redação O superintendente da SPU/MS, Tiago Botelho. Foto: Reprodução A Superintendência do Patrimônio da União em Mato Grosso do Sul (SPU/MS) encerrou 2025 como a unidade federativa que mais realizou entregas de imóveis da União no país. A marca foi alcançada por meio do programa federal Imóvel da Gente, com a assinatura de mais de 150 contratos desde 2023, destinados a projetos nas áreas de educação, saúde, turismo, cultura, habitação, reforma agrária, meio ambiente, segurança pública e Justiça. O volume de imóveis destinados representa, em média, cerca de R$ 100 milhões por ano em patrimônio público, totalizando aproximadamente R$ 300 milhões incorporados a políticas públicas no estado no período. Para o superintendente da SPU/MS, Tiago Botelho, o resultado expressa uma mudança de paradigma na gestão do patrimônio público. “Durante muito tempo, os imóveis da União ficaram subutilizados. O que estamos fazendo é transformar esse patrimônio em escolas, moradia, equipamentos de saúde e serviços públicos que chegam diretamente à população”, afirmou. O desempenho projeta a SPU/MS em nível nacional e reforça o uso do patrimônio público como instrumento de desenvolvimento social. Segundo Botelho, a liderança no ranking não se explica apenas por números. “Não se trata de bater recordes administrativos, mas de garantir que cada imóvel cumpra uma função social clara, alinhada às necessidades reais da sociedade”, disse. Parte relevante desse resultado está associada ao Fórum de Democratização dos Imóveis da União, instância de diálogo que reúne representantes do poder público, movimentos sociais, universidades e gestores municipais. O fórum tem atuado na identificação de demandas sociais, na transparência dos processos de destinação e na construção de consensos sobre o uso social dos imóveis federais. Para o superintendente, o espaço foi decisivo para o desempenho da SPU/MS. “O fórum trouxe escuta qualificada e participação social para dentro da política patrimonial. Isso reduziu conflitos, deu legitimidade às decisões e acelerou as entregas”, avaliou. O superintendente Tiago Botelho junto ao ministro Camilo Santana, ao vice-governador Barbosinha e às bancadas estadual e federal de MS. (Reprodução) Botelho destaca ainda que o resultado decorre da atuação integrada dos servidores e da articulação com diferentes níveis de governo. “Esse trabalho só foi possível porque houve comprometimento da equipe técnica e diálogo permanente com o Governo do Estado e com prefeituras de diferentes partidos”, afirmou. Segundo ele, “sem articulação institucional e respeito à diversidade política, não há política pública que se sustente”. Na área habitacional, a superintendência tem priorizado a destinação de áreas da União para o programa Minha Casa, Minha Vida Entidades. As iniciativas em andamento devem viabilizar a construção de cerca de 2.500 moradias em terrenos federais no estado. “A moradia é uma das expressões mais concretas da função social do patrimônio público. Cada terreno destinado significa dignidade e direito à cidade para milhares de famílias”, disse Botelho. Outro eixo de atuação é a regularização fundiária em áreas da União, com previsão de que mais de mil famílias recebam o título definitivo de seus imóveis até 2026. “Regularizar é reconhecer a história dessas famílias e garantir segurança jurídica, acesso ao crédito e a outras políticas públicas”, afirmou o superintendente. Com os resultados obtidos em 2025, a SPU/MS consolida-se como referência nacional na gestão do patrimônio da União. Para 2026, a expectativa é manter o ritmo das ações. “Nosso desafio agora é consolidar o que foi iniciado, ampliar a participação social e garantir que o patrimônio público continue sendo um instrumento efetivo de justiça social”, concluiu Botelho. Instagram Twitter Youtube Tiktok
Após ameaças, Gleice Jane denuncia violência política de gênero

Deputada registrou boletim de ocorrência após receber mensagens intimidatórias Da redação Foto: Aline Teodoro A Deputada Estadual Professora Gleice Jane (PT-MS) registrou, na noite de sábado, 6 de dezembro, um boletim de ocorrência na Depac de Dourados/MS após receber, em seu WhatsApp pessoal, uma ameaça de morte acompanhada da frase “você vai morrer” e outras mensagens intimidatórias. Segundo a parlamentar, as mensagens incluíam links e referências a perfis ligados a pessoas do PL e da extrema direita, além de questionamentos sobre sua atuação política e sua condição de mulher na vida pública. Para ela, o caso reforça o avanço da violência política de gênero no país. No domingo, 7 de dezembro, enquanto o caso se tornava público, mulheres em todo o Brasil participavam da mobilização nacional Mulheres Vivas, cujo lema deste ano foi: “Mulheres unidas nas ruas contra o feminicídio”. Para Gleice Jane, a coincidência evidencia que a violência contra as mulheres é um problema estrutural que exige enfrentamento firme e coletivo. A deputada reuniu as evidências, encaminhou o material à Polícia Civil de Mato Grosso do Sul. O caso será investigado como ameaça e violência política de gênero. “Estar na política também é um direito nosso. Nenhuma de nós pode ser silenciada”, afirmou Gleice Jane. “Esse tipo de ação representa ataques diretos da extrema direita contra a participação das mulheres na política”. O mandato da Professora Gleice Jane reafirma seu compromisso com a democracia, a proteção dos direitos humanos e o enfrentamento à violência contra as mulheres, e seguirá acompanhando o caso junto às autoridades. Assista ao vídeo clicando aqui. Instagram Twitter Youtube Tiktok
10 dias da Audiência: O que foi feito pelas favelas?

Deputada estadual Gleice Jane protocolou requerimentos para cobrar informações e soluções para moradores de comunidades Da redação Audiência pública lotou plenário da Câmara Municipal de Campo Grande. Foto: Reprodução/Assecom Gleice Jane Passados 10 dias corridos da Audiência Pública das Favelas, cabe o questionamento: o que foi feito até então para solucionar o problema que atinge mais de 20 mil famílias campo-grandenses? Na última semana, a deputada estadual Gleice Jane protocolou requerimento de informação ao governador do estado, Eduardo Riedel, para esclarecimentos sobre políticas habitacionais voltadas à população de baixa renda e em situação de vulnerabilidade social. No documento, entre os requerimentos está a exigência de um levantamento atualizado do déficit habitacional de Mato Grosso do Sul, quais são as políticas para a redução desse déficit e qual a previsão oficial para obter resultados. A deputada defende que o movimento realizado em parceria com o vereador de Campo Grande Landmark Rios (PT) e os deputados federais Vander Loubet (PT) e Camila Jara (PT) precisa da parceria dos executivos municipal e estadual. “Nós conseguimos avançar bastante nessa pauta, mas reforçamos o convite para que a prefeita Adriane Lopes e o governador Eduardo Riedel somem com a gente nessa iniciativa. Precisamos de dados atualizados e que as verbas sejam aplicadas de maneira estratégica e eficiente”. O documento reforça que R$ 47 milhões foram assegurados para urbanização de favelas em Campo Grande. Gleice Jane levanta a preocupação sobre o cumprimento do art. 54 do Ato das Disposições Constitucionais Gerais e Transitórias da Constituição do Estado de Mato Grosso do Sul, que determina a destinação anual de no mínimo 1% das receitas descritas ao Fundo de Habitação de Interesse Social. No requerimento, ela questiona o percentual efetivamente aplicado pelo governador Eduardo Riedel em políticas de habitação e redução do déficit habitacional. Parcerias pelas favelas O vereador de Campo Grande, Landmark Rios (PT), apresentou Projeto de Lei Complementar para eliminar a aplicação indiscriminada do marco temporal de 22 de dezembro de 2016, que tem sido utilizado para impedir regularizações. O texto também prevê a isenção total de custas e emolumentos para população de baixa renda. Para imóveis de até 200 metros quadrados, o valor cobrado será de R$ 20 mil, com financiamento em até 300 meses e parcelas reajustáveis pelo IPCA-E. O vereador também enviou ofícios para a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos (SISEP), Defesa Civil, Solurb e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para ações imediatas na comunidade: poda de árvores, coleta de lixo, retirada de entulhos, levantamento de dados e cadastros necessários para a regularização fundiária. O deputado federal, Vander Loubet (PT/MS), anunciou que Campo Grande receberá o investimento de R$ 47 milhões do governo federal. A capital foi selecionada no Programa Periferia Viva e tem prevista a construção de 472 unidades habitacionais, além de drenagem de água pluvial, pavimentação asfáltica, ampliação de rede de água e esgoto, construção de uma Unidade Básica de Saúde e uma creche no bairro Promessas Durante a Audiência Pública pela Regularização das Favelas, o diretor-presidente da Agência Municipal de Habitação (Emha), Cláudio Marques, representou a Prefeitura de Campo Grande e anunciou a meta de regularizar 10 mil lotes em 36 meses. A ação faz parte do Programa Sonho Seguro, que identificou 236 ocupações na capital. “Nunca houve uma audiência pública para tratar habitação como pauta prioritária deste município. E agora é a hora da vez”, afirmou. O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Papy (PSDB), propôs a criação de um Projeto de Lei para garantir celeridade nas ações da prefeitura. Em metáfora, o presidente da Câmara explicou que o papel da Casa de Leis é de servir ferramentas para que a prefeitura possa executar o trabalho de maneira mais ágil e eficiente. “Você pode martelar um prego com uma pedra, mas você é muito mais eficiente se martelar com o martelo. Quem cria o instrumento que o executivo consegue martelar o prego somos nós da Câmara”. Instagram Twitter Youtube Tiktok
